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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Escalando Só no Sapatinho - Como Está o Seu Trabalho de Pés?


Você já está nas últimas gotas de energia e entra no crux. Sua mente está desesperada para não vacar, você segura a agarra como se dela dependesse a sua vida, seus movimentos ficam bruscos e você paga uma barra atrás da outra e ... seu pé escorrega!
Quando estamos tranquilos, lembramos de procurar as melhores agarras para os pés, o melhore posicionamento, mas é muito comum termos um trabalho de pés fraco! Tão fraco que se o café for forte bate nele.
Lendo, conversando, observando os treinos este ano, fiz um apanhado de algumas dicas sobre como melhorar o trabalho de pés:

1- Observe se quando você treina a sapatilha fica arrastando na parede do muro. Isso é um indicativo de que o trabalho de pés não está legal. Observe também o seu posicionamento e o desgaste da sapatilha. Geralmente utilizamos demasiadamente a parte de dentro dos pés (Posição do Chaplin), o que não é bom. Procure utilizar a ponta da sapatilha. Mas no final, tenha pés-de-moleque, coloque-os na posição que o seu corpo fique o mais natural e equilibrado possível. Nos treinos, utilizando as mesmas agarras procure trocar a posição dos pés para avaliar qual é a mais natural.

Pés de lado são úteis, mas na hora certa!

2 - Principalmente entre as mulheres é comum a sapatão...sapatilhona! rs Não sou a favor de utilizar a sapatilha 5 números menor que o pé, mas ela não pode estar larga. Se a ponta da sua sapatilha dobra quando você pisa em agarras menores, está na hora de pensar em uma sapatilha menor. Para não perder a atual, tente utilizá-la com uma meia.  Lembre-se que geralmente as sapatilhas laceiam, então vale a pena comprar uma sapatilha mais apertada por que ela vai aumentar.

 Sapatilha larga com a ponta dobrando.

3- Procure focar no posicionamento de pés durante os treinos para que isso vá, aos poucos, ficando automático. Como utilizamos muito mais as mãos no dia-a-dia acabamos esquecendo de trabalhar a visualização e a movimentação dos membros inferiores. Você pode treinar utilizando vias com boas mãos e pés marcados e ruins;

4 - Vá a pedicure! Mentira, não precisa chegar a tanto. Mas já vi muita gente reclamando que a sapatilha que estava machucando, mas na verdade estava com unhas encravadas ou grandes! Tenha o mesmo cuidado que você tem em manter as unhas da mão curtas com as unhas dos pés.

 Confie na sapatilha!

5- Confie na sapatilha. Aquela agarra pode parecer muito pequena, mas a sapatilha, quando bem ajustada, foi desenvolvida para isto. Já li em algum lugar que a sapatilha é único equipamento que realmente pode afetar o seu desempenho, então vale a pena um investimento neste equipamento. E para finalizar, nas aderências procure utilizar o máximo possível da sola da sapatilha.

Bons ventos.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Preparação Pré-Escalada

Está acontecendo no CEL o Curso de Guia de Cordada. Entra as atividades do curso, foi feita uma oficina pré-guiada e esta foi aberta para quem quisesse participar.
A oficina foi presidida pelo nosso amigo Claudney Neves, culminando em um bate-papo entre os alunos e o pessoal que já guia. Gosto muito deste tipo de atividade, pois é uma boa hora para reciclar, rever conceitos, roubar macetes dos outros! rs Enfim, foi muito rica e com certeza acrescentou conhecimento a todo.




Tomei aqui a liberdade de publicar algumas anotações que fiz em cima do que foi falado lá. 

Alguns passos do guia antes de escalar:

Estratégia (em grego strateegia, em latim strategi): Após eleger a via, busque o máximo de informações sobre esta, seja em guias, com pessoas que já fizeram, fóruns, vídeos, etc. Conheça o máximo que puder sobre a via, sobre o caminho até a base, qual o equipamento necessário, etc. Você só irá totalmente no perrengue caso a via seja extrema ou pouco frequentada. Em caso de vias muito isoladas, vale a pena cogitar o reconhecimento prévio do caminho até a base. Leve o croqui da via em um tamanho visível, de preferência plastificado.

Avalie a Cordada - O seu parceiro/participante tem condições de fazer aquela via? Você, no papel de guia é responsável por esta avaliação. Ele tem condições de mandar o grau da via? Está preparado fisicamente e psicologicamente? Conhece as técnicas que serão utilizadas em caso de vias em artificial, por exemplo? (É um furão?)

Preparar o material - Depois de identificar o material de escalada necessário, (quantidade de costuras, se será necessário móveis, estribos, luvas, etc.) combinar com o(s) companheiro(os) de cordada quem leva o que, para evitar equipamentos de mais ou de menos. 
A arrumação da mochila é uma coisa bem pessoal, mas em geral preocupe-se em levar todo o necessário com o menor peso e volume possíveis. Por exemplo: você pode colocar o protetor e repelente em potes menores. E lembre-se de sempre levar anorak, lanterna e kit de primeiros socorros. Itens que também valem a pena: pilha extra, repelente, protetor solar (praticamente mandatório), papel higiênico e canivete. Acomode lanternas e câmeras de forma a evitar que estas liguem sozinhas dentro da mochila. 
Prepare também a comida e água suficiente para a via. (Hoje não vou falar do rack de equipamentos. O meu Kit Guia Feliz ainda está sofrendo modificações. Em futuro breve faço um post sobre ele. O mesmo vale para o kit de primeiros socorros).
Para finalizar, escolha a roupa e calçado ideal para o trajeto como um todo. Avalie condições climáticas, caminhada de aproximação, características da via e peso. Nada mais incomodo que aquela bota gigante na mochila enquanto você escala, por isso avalie se é necessário utilizá-la.

Durante a escalada:

- O guia "manda"! Ele diz o que quer e o segurança atende. Ex.: Retesa a corda. Libera. 
- Eleja os melhores métodos para você e utilize-os de forma a automatizá-los em sua mente. (Só não esqueça que sempre estão surgindo novas práticas na escalada, baseada em estudos e, infelizmente, em acidentes.)
- Sempre pratique a múltipla checagem.
- Combine a comunicação com o seu parceiro.
- Na dúvida sobre um comando, confirme-o primeiro. Só execute depois de ter certeza.
- Só desencorde se for realmente necessário.
- Na parada, cada um cuida da sua solteira. Só solte a do parceiro se ele solicitar.
- Não esqueça de avaliar enquanto escala a estratégia do rapel.


E para finalizar, é muito bom ver esta galera começando a guiar!
Bons ventos.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Como Explicar a Escalada Para Não Escaladores

Fala galera, o A Outra Esquerda, fazendo como sempre um serviço social, hoje vai ensinar várias maneiras de explicar para seus amigos não escaladores o que é a escalada:


Seja simples:
É igual fazer rapel, só que pra cima!

Dê uma explicação ecológica: 
Aquele pó branco é feito com patas de lagartixas raladas para aumentar a nossa aderência! (Obviamente todas as lagartixas morreram de causas naturais!)

Utiliza associações: 
Exatamente, usamos aquelas botas com garras e picaretas para subir na pedra!


Envolva mistério: 
Só posso te explicar após você escalar um ____ grau. É como na maçonaria, você só terá acesso aos segredos se subir o seu grau!

Diga o que ele quer ouvir:
Precisamos da corda para dar segurança ao subir. Subimos para colocar a corda e descemos para subir por ela! (Não é verdade, mas vai deixar o seu amigo confuso e ele vai mudar de assunto!)

Conte vantagem:
A sapatilha é lisa, não serve para nada, só para apertar o pé do escalador. Ela é a forma de separar os fortes dos fracos!

Seja transcendental:
Você manda o lance, tá ligado, fazendo um apoio e é uma loucura. Puxa equilibrando e vai. Se for um cristal, beleza. Posiciona e aperta, confia no reglete e na sapata. Mas se liga pra não dar bobeira que rola a vaca. (Ele vai achar que você maltrata animais, está usando drogas e andando com meninas que gostam de meninas, mas tenho certeza que não te pergunta mais. E o que será que é um reglete...)


Agora segue a maneira errada de explicar para um amigo o que é escalada:

Então, na base da via você coloca o bauldrier...É, a via é como se fosse a trilha do escalador na pedra, o caminho...Bauldrier é a cadeirinha que você veste...então, você coloca a cadeirinha e amarra a corda nela. Aí o teu seg...seg é  segurança, teu parceiro...não o segurança da boate, o cara que vai escalar com você e te segura quando você for cair... então, o teu seg prende a corda no freio... freio é um equipamento que não deixa a corda correr...Aí você começa a escalar e pega as costuras...costura são dois mosquetões com uma fita...mosquetão é tipo esse negócio aí no seu chaveiro...ahhhhhhh, pqp, fita é aquela VHS que seu pai comprava e enfia elpp#$¨%¨%#¨#¨....
Bons ventos!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Dicas de Fotografia Para Não Fotógrafos III - Velocidade Máxima

Vamos começar a nos aprofundar um pouco mais na fotografia?


Saindo dos modos automáticos, vamos começar a nos preocupar com a exposição. A exposição correta gera imagens com melhor qualidade.
Para termos uma boa exposição, brincamos com três elementos: ISO, Abertura e Velocidade.

A sua câmera tem uma pecinha chamada obturador, que nada mais é do que duas “portinhas” ou cortinas que abrem para permitir a entrada da luz. Tire uma foto olhando para dentro da lente e você perceberá o abre-fecha do obturador. (Desligue o flash para fazer isso, ou vai ficar vendo estrelas!) Quanto mais tempo a cortina ficar aberta, mais luz passará por ela.
Chamamos o tempo que o obturador abre e fecha de Velocidade do Obturador (ou Tempo de Exposição). Ele é geralmente mostrado como fração de segundos (ex: 1/60) ou somente o denominador (número pelo qual 1 segundo é dividido) (ex: 60). A velocidade do obturador representada por 1000 é muito maior do que a representada por 60, pois o tempo que ele fica aberto no primeiro é 1/1000 s, e no segundo 1/60.

 Fonte: Wikipédia

Mas vamos para prática:

Quanto mais lenta a velocidade, mais luz é captada. Mas nem sempre isto é bom. Se o obturador ficar aberto muito tempo e você mexer, pode borrar a sua foto. (Lembra do efeito do foto noturna na sua câmera, o princípio dele é diminuir  a velocidade do obturador) .
Se você quiser fazer fotos mais congeladas, mais paradas (ex: gotas no ar, asas de pássaros), use altas velocidades. (acima de 1/250). Se você quiser fotos que valorizem o movimento (Ex: aquelas fotos de cachoeiras bem leitosas) use baixas velocidades e de preferência um tripé ou apoio. Com a velocidade bem baixa, você pode até brincar de escrever no ar com uma lanterna a noite ou tirar aquelas fotos que deixar o rastro dos carros. (Use 1s ou 5s de exposição)





De cima par abaixo, aumentando a velocidade!

As velocidades mais comuns são: (100km/h)15s, 8s, 4s, 2s, 1s, 1/2s, 1/4s, 1/8s, 1/15s, 1/30s, 1/60s, 1/12s, 1/250s, 1/500s, 1/1000s, 1/2000s.

As câmeras totalmente automáticas definem sozinhas a velocidade utilizada, mas hoje temos câmeras caseiras que já nos permitem brincar um pouco mais. Veja se a sua câmera tem um módulo chamado Shuter (S) ou Time Value (Tv), Este módulo permite que você escolha qual a velocidade quer utilizar e a câmera automaticamente calcula a abertura.


E agora mão na massa. Teste, tire fotos da mesma cena com velocidades diferentes. Com quilometragem, criatividade e conhecimento do seu equipamento você vai longe. Ou pelo menos vai ali na esquina!

Dicas
1 – Parassol caseiro – As câmeras mais simples e as superzoom não costumam ter encaixe para acessórios, como filtros e parassol, mas você pode fazer um parassol caseiro bem simples. Prenda um pedaço de EVA preto com uma borracha em volta da lente da câmera. (Custa menos de R$ 1,00, seu mão de vaca.). Se você quiser tirar foto através de um vidro, por exemplo, pode eliminar o reflexo apenas encostando o EVA neste. Caso você não tenha o EVA na hora, envolva  alente com um pedaço de papel ou até mesmo com as mãos, encoste no vidro de forma que não haja entrada de luz pelas laterais! Foto perfeita!

2 – Taxa de transferência do cartão de memória: hoje em qualquer lojinha você compra um cartão de memória com milhões de GB bem baratos, mas cuidado na hora de escolher o seu cartão. Tanto o cartão quanto a câmera possuem Taxa de Transferência de Dados – TTD (Procure no manual da sua câmera, está descrito lá). O TTD do seu cartão deve ser igual ou maior do que o da câmera, senão ela perde desempenho. Exemplo: eu tinha uma câmera com capacidade de tirar 20 fotos, duas por segundo e não entendia porque ela acabava tirando uma foto a cada 2 ou 3 segundos ou só tirava as primeiras fotos. Descobri que o problema não era a câmera e sim o cartão com TTD menor que o dela.

Bons ventos!

Veja também a parte 1 e 2, a missão.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Costuras

Vamos falar um pouco sobre corte e costuras?


Agora que você já tem o seu kit aba, vamos começar a engrossar o equipo?
“Eba, e o que eu compro?”.
Bem recomendo um bom jogo de costuras!
“Por que não a corda primeiro?”
Por que é caro e você não tem dinheiro!

Acho que a primeira coisa que você deve ter em mente ao comprar costuras é qual é o seu objetivo: parede ou esportiva? (Se for boulder, você está no artigo errado!)
Se o seu conjunto de costuras for para escalada esportiva, dez ou doze curtas servem bem. Muita gente compra aqueles jogos de 10 ou 11 cm, eu pessoalmente prefiro as um pouco maiores, uns 15 ou 20 cm.



Se o seu objetivo é parede, dê preferência a costuras mais longas. Costumo usar 8 de 30 cm, 4 curtas e levo fitas de 60 e 80 cm. As curtas utilizo como costura guia, para fazer uma redundância na parada ou para alongá-las com as fitas sobressalentes para diminuir o arraste da corda.

Quanto ao material, compre o mais leve possível. Mosquetões com gatilho de arame, fitas de dyneema. Desde que sejam testados e certificados pela UIAA e/ou CEE, quanto menos peso, melhor. (Perca este "lastro" que você carrega e veja sua escalada evoluir! rs)



 Quanto a utilizar os mosquetões invertidos ou para o mesmo lado, por questões de segurança adotei o segundo. Não é fácil, mas existe a real possibilidade da costura sacar sozinha quando os mosquetões estão invertidos. (Sacou?)





Fonte: http://pempem.blog.uol.com.br/arch2006-10-15_2006-10-21.html

Algumas dicas:

- Sempre verifique se os seus mosquetões estão agarrando. Limpe arreia ou terra após a escalada. Quando a sujeira for muita, lave os mosquetões com detergente e após lubrifique-os. Algumas pessoas usam pó de grafite, mas eu prefiro lubrificante a base de teflon usado para corrente de bicicleta;

- Abandone suas fitas após 4 ou 5 anos, ou quando a parte que está entorno do mosquetão estiver mole;

- Evite o string quando utilizar fitas que não são próprias para a costura. Isto pode causar acidentes;


 String!!!

 
- Se for comprar costuras usadas, procure saber o histórico delas. Se forem usadas muito intensamente (muitas quedas) ou por mais de 5 anos, evite comprá-las; (Deixe de ser mão de vaca!);

 - Treine muito costurar. Pendure a costura em casa e treine várias vezes, em várias posições. Quanto menos energia você gastar nesta hora, melhor. Aprenda bem a técnica de guiada para escalar em segurança. Resumidamente: a corda deve vir da pedra para você e o gatilho do mosquetão deve estar para o lado oposto ao qual você está escalando:

Fonte:http://www.agarras.com/pagina07.html

 - Como reduzir o tamanho de suas costuras:

 Fonte: http://www.escaladanoceara.com.br/artigos/27.php
- Escale!!!
Bons ventos! 


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Aderências na Couto Fernandes - Laranjeiras.


Algumas semanas atrás o Pedro Bugim mandou para lista da FEMERJ informações sobre um point que abriram em Laranjeiras com vias curtas em aderência. Na segunda do ferido do Papa eu, Evandro, Davi e Gabi fomos conhecer o point. Acesso muito fácil, (da para dar seg do banco de trás do carro, Rapha! rs) vias bem protegidas, vias fáceis de aderência para treinar. Muito bacana.
Ficam algumas fotos (quase todas da Gabi, mas são metade minhas por direito! rs) e o e-mail do Pedro Bugim:

"Bom dia pessoal!
 
Eu, Ernane "Tufo" Wermelinger e Alex Pinheiro (com colaboração de Eduardo Moreira na segunda investida e Luiz Vulcanis na terceira), conquistamos 11 vias e uma variante numa parede localizada na rua Couto Fernandes, Laranjeiras, bem próxima das vias da face Oeste do Dona Marta. A parede em si, por ficar parcialmente escondida por uma mureta de contenção e da vegetação de base, acaba passando despercebida... Mas fizemos uma exploração no local e nos impressionamos com o potencial do lugar, para vias relativamente curtas, formando um ótimo campo escola.
 
Em geral, são vias em aderência, mas algumas possuem boas passadas atléticas (bem verticais, em regletes e agarras) e até mesmo em móvel (tem uma via com sua metade inferior inteiramente protegida em friends, numa ótima fenda contínua).
 
A maior via possui 90 metros, sendo a única com mais de uma enfiada. Todas as outras ficam entre 20 e 60 metros, sempre protegidas por grampos em aço carbono de 1/2 (exceto as passadas em móvel, claro) num padrão E1 / E2 (com apenas uma via E3) e suas graduações variam de 3° a 7°b.
 
Croquis das vias:
http://www.grupounicad.com.br/pedro/Croqui_Couto_Fernandes.jpg
 
Traçado das vias da primeira investida, na parede:
http://www.grupounicad.com.br/pedro/Parede_Couto_Fernandes.jpg
 
Agradecimentos aos companheiros de conquista e ao CEB, clube que cedeu as proteções utilizadas e para o qual as vias foram doadas.
 
Forte abraço e ótimas escaladas!
 
Pedro Bugim"



 Dono do blog achando que escala!
 E achando que guia! 5 grau de aderência tem adicional de +3!
 Que veia forte!

 Mas fotogênica!
 Isso é aderência! Olha as marcas de mão aberta!
 Fácil acesso, algumas vias são na calçada!
 Primeiro lance é o boulder do murinho!
 Nesta foto tem um Wally! It's a trap!


terça-feira, 23 de julho de 2013

Campo Escola na Pedra do Baú


O que você faz quando vai para uma trip e torce o pé no primeiro dia? Turismo! rs 
Tirei uma semana de folga e íamos variar entre escalada e turísmo, passando por Resende, Falésia Paraíso, Baú e alguma Falésia perto de São Bento. Como torci o pé no primeiro dia da Trip, na Pedreira Pombal, tivemos que mudar os planos! Vou pedir para o Papa me benzer! rs
Mas lá para quinta-feira, sentindo bem menos dor, resolvi arriscar um pulo no Baú! (vício!!!)
Como a Gabi está na pilha de escalar, fomos para um Campo Escola situado na Face Norte do Baú:

Vias bem bacanas, ideais para quem está começando. Boa inclinação, E1, base boa, só faltou ser mais perto (do restarante Pedra do Baú até o começo das escadas são os 1,2 km mais longos que eu já vi! rs)
Não visualizai as vias 6 e 7, as demais estão em boas condições e o local está bem frequentado.
A Pedra do Baú fica em São Bento do Sapucaí, mas bem próxima de cidades turísticas como Campos do Jordão e Santo Antônio do Pinhal e faz parte de uma formação que incluí o Bauzinho e a Ana Chata.


Para chegar ao campo escola, cuidado para não errar o acesso da Pedra do Baú, ele deve ser feito pela face Norte (o primeiro, vindo de São Bento) e não pelo Bauzinho, deixando o carro estacionado no Restaurante.
Segue algumas fotos da trip e bons ventos a todos!

 Que camiseta bacana, não? rs
 Tem água no começo e durante o caminho!
 Placa mentirosa!

 Eu ainda não consegui ver um baú!

 O tempo começou a abrir!


 Escala
 Escala
 
 Escala
Agora a participante.
 Pedroza se entendedo com a pedra!
 Pra onde? Pra Cima!
 Como este esmalte dura?

 Olha este reglete!
 Casal e o Bauzinho de robert!




Camisa certa, montanha errada!
 
 Obrigada por me fazer andar, andar, passar perrengue, suar, me arranhar... rs
 Tchau...
 Quero saber quem aferiu este termômetro!
Treinando pinça!